Os avanços da indústria ferroviária e o plano para renovar 40 mil vagões

Estudo encomendado pela indústria ferroviária revela que as locomotivas produzidas no Brasil consomem até 25% menos combustíveis do que os trens fabricados nos anos 90, assim como os novos vagões de passageiros conseguem reduzir em até 30% o consumo de energia. A capacidade de carga por eixo também sofreu modificações. Atualmente, chega a 37 toneladas, quando antes era de 30 toneladas. 
 
                         Fotos: Grandes Construções 

Outro avanço conseguido graças aos investimentos do setor foi a redução no tempo de descarga. Um vagão utilizado para transportar açúcar a granel, que antes demorava 45 minutos para ser descarregado, hoje leva apenas um minuto, sendo necessário um funcionário, contra seis no processo anterior. 

Esse levantamento é da Abifer – Associação Brasileira da Indústria Ferroviária e foi apresentado durante seminário na M&T Peças e Serviços Congresso. Na ocasião, a entidade detalhou também o Plano de Renovação de Frotas, em estudo pelo setor privado e governo, que prevê a renovação de 40 mil vagões e comentou sobre  investimentos específicos para o setor ferroviário contemplados no PIL – Programa de Investimentos em Logística, cujo montante chega a R$ 99 bilhões e que prevê dobrar a extensão da malha ferroviária atual, estabelecer a velocidade de 80km/h como padrão e conseguir a interoperabilidade de toda a rede ferroviária nacional.

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